O ensino da fé cristã na Península Ibérica
(séculos XIV, XV e XVI)
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Paulo Alexandre Cardoso Pereira

Universidade de Aveiro

Paulo Alexandre Cardoso Pereira exerce funções como docente no Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro, desde 1991. É licenciado em Português/Inglês (UA, 1990), Mestre em Literatura Comparada (FCSH-UNL, 1996) e Doutor em Literatura (UA, 2005). Tem lecionado várias disciplinas de licenciatura e de mestrado nas áreas de Literatura Portuguesa e de Literaturas de Língua Portuguesa e desenvolvido investigação em Literatura Portuguesa (medieval e contemporânea). Integrou a equipe de investigação dos projetos «Teografias: Literatura e Religião» e «A Fábula na Literatura Portuguesa: Catálogo e História Crítica». É investigador colaborador no Instituto de Estudos de Literatura e Tradição da FCSH-UNL.

Alguns Trabalhos

Um lepidóptero (construtor de nuvens): Afonso Lopes Vieira e o tempo de ‘Orpheu’. Colóquio/Letras, 190, 68-80, 2015.

Theatrum mundi: o império-minuto em dois romances portugueses contemporâneos. Olho d’água, 7 (1), 89-112, 2015.

Santas e histéricas: a neurose mística na neo-hagiografia naturalista. Teografias, 3, 131-166, 2013.

Da fábula e dos seus arredores: a exemplaridade animal na literatura medieval portuguesa. In: MORAIS, A. P. (ed.). História Crítica da Fábula na Literatura Portuguesa. Lisboa: Instituto de Estudos de Literatura e Tradição, 2013. Disponível em:

Candid Camera? Da presença e usos do fotográfico em alguma poesia portuguesa contemporânea. Revista Abril, 9, 131-149, 2012.

A Beleza imortal das catedrais. Afonso Lopes Vieira e a imaginação medievalista. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2009. 2v.

Ferir pela palavra: catarse e contrafactum nas Dedicácias de Jorge de Sena». In: FAGUNDES, F. C.; LOURENÇO, J. F. (eds.). Jorge de Sena. Novas Perspectivas, 30 anos depois. Lisboa: Universidade Católica Editora, 2009. p. 157-185.

Voltar a ler 2. Augusto Abelaira. Aveiro: Universidade de Aveiro, 2008.

Verbetes

Horto do Esposo

O Horto do Esposo é um texto de r desconhecido, redigido na passagem do século XIV para o século XV, e integrável na tradição da prosa doutrinária portuguesa medieval.

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Corte Imperial

A Corte Imperial é uma obra de r desconhecido, provavelmente clérigo ou monge (MARTINS, 1980, p

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