Obras pastorais e Doutrinárias

Essa regra foi editada por Francisco Collantes de Terán com o título Historia de la Hermandad y Hospital de peregrinos de Nuestra Señora del Pilar y de la capilla de este título que existe en la Santa Iglesia metropolitana y patriarcal de Sevilla. Nós tratamos de uma segunda edição publicada em Sevilha pela imprensa de Enrique Bergali dentro da Coleção Tradiciones religiosas de Sevilla. O original se perdeu, mas existe um livro que pertence à Biblioteca Capitular e Colombina, no qual o canônico Juan de Loyasa recompilou todas as notícias sobre a irmandade na segunda metade do século XVII.

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O Rimado de palacio é a obra mais conhecida de Pero López de Ayala (1332-1407)

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Em 1253, foi composta a versão castelhana do Sendebar, cuja tradução do árabe foi encomendada pelo Infante Fadrique, irmão de Afonso X “O Sábio”

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São Martinho de Leão (ca.1130-1203), professor na igreja colegiata de São Isidoro de Leão sob a regra dos canônes de Santo Agostinho, começa sua obra por volta de 1185 e pode ser considerado como uma figura que faz ponte entre a tradição cultural hispânica alto medieval, de influência isidoriana, e o novo clima teológico-intelectual chegado de além Pireneus, das mãos de autores como Graciano e Pedro Lombardo.

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No começo do mês de junho de 1472 quando gozava de prestígio junto à corte do rei D. Henrique IV e assumia um importante papel na Coroa como reformador dos costumes eclesiásticos D. Juan Arias Dávila celebrou seu primeiro sínodo na diocese de Segóvia.

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Sob a epígrafe O bispo de Jaén sobre a seita mahometana o manuscrito do Escorial h-II-25 (s. xvi) transmite um extenso tratado escrito em língua castelhana de controvérsia contra o Islã e apologia da religião cristã.

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O rei D. João II de Castela ordenou que o frei Lope de Barrientos, preceptor de seu filho D. Henrique IV , compusesse um tratado sobre o que devia ser conceituado como magia.

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O breve tratado “en cómmo dizen que non ay fadas nin ventura nin ora mala" nomeado de “Contra las hadas” por Walter Mettmann, aponta a contrariedade ao que se entendeu como augúrio ou, de maneira mais abrangente, fatalismo, significados mais amplos da palavra fada ou hada, que também foi utilizada para designar a figura mitológica que revelava ou criava o destino

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De Juan Martínez de Almazán – segundo José María Soto Rábanos, que se deteve, principalmente, em estudar sua obra em nosso tempo – é pouco o que se sabe: que sua vida decorreu entre as últimas décadas do século XIV e as primeiras do XV, que foi um clérigo natural da diocese de Siguença e que estudou artes liberais e Direito canônico na universidade de Salamanca; com efeito, no prôemio do tratado que nos ocupa ele mesmo se descreveu como “licenciado em artes e bacharel em canônes”

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